21º Relatório Covid-19.

O Grupo Brasil Verde em parceria com o Grupo de Pesquisa em Áreas Protegidas (GAP) e o Laboratório de Biologia da Conservação do IFSUDESTEMG – Campus Barbacena , divulga o Vigésimo primeiro  relatório sobre o comportamento do SARS-CoV-2 no Brasil e no Mundo.

São destaques do relatório que utiliza dados até o dia 05 de Setembro de 2020 :


• Até a finalização desse relatório, existiam 27.052.170 casos confirmados, o que corresponde a cerca de 0,34% da população mundial. Registrou-se 866.519 mortes, o que representa cerca de 0,011% da população mundial;
• Até a finalização desse relatório registrou-se 19.155.938 pessoas curadas, o que representa cerca de 0,245% da população mundial;
• 53 países possuem mais de 50.000 casos confirmados e o total de casos confirmados neles respondem por 94,07% dos casos; EUA, Brasil, índia, Rússia, Peru, África do Sul, México, Espanha, Argentina, chile, Irã, França, Reino Unido, Bangladesh, Arábia Saudita, Paquistão, Turquia, Itália, Iraque, Alemanha, Filipinas, Indonésia, Ucrânia, Canadá, Israel, Qatar, Bolívia, Equador e Cazaquistão possuem mais 100.000 casos e registram juntos 23.713.117 casos confirmados concentrando 87,6% de todos os registros;
• Com relação aos óbitos, 50 países registram mais de 1.000 casos e respondem juntos por 98,3% dos registros;
• O continente Norte Americano responde por 25,8% dos casos, enquanto a Europa 10,8 % dos registros de casos confirmados. Chama atenção o baixo percentual de casos no continente africano, 4,7% dos registros mundiais, mas o continente Asiático lidera com 30,9%;
• O Hemisfério Norte concentra 73,2 % dos casos confirmados;
• Apenas 37 estados ou regiões do planeta, sendo 17 dos EUA, concentram cerca de 18,32% de todos os casos confirmados no mundo. Destaca-se Califórnia concentrando cerca de 2,9% dos casos;
• No momento de finalização desse relatório o Brasil registrava 4.123.000 casos, o que representa cerca de 1,96% da população brasileira, com média de 39.549 novos casos registrados por dia na última semana;
• Todos os estados apresentam casos confirmados, São Paulo responde por 20,69% dos registros, seguido da Bahia com 6,55%, Rio de Janeiro 5,64%, Minas Gerais com 5,62%, ultrapassando o Ceará, que apresenta 5,38% e Pará com 5,02% dos registros. Juntos, portanto, concentram aproximadamente 48,9% dos casos no Brasil;
• São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Pará, Santa Catarina, Distrito Federal, Maranhão, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Amazonas, Espírito Santo e Paraíba apresentam mais de 100.000 casos confirmados, totalizando juntos 3.444.619 casos;
• No momento de finalização desse relatório o Brasil registrava 126.203 óbitos que representa 0,06% da população brasileira, com média de 820 óbitos por dia na última semana;
• Todos os estados brasileiros possuem registros de óbitos. Em relação ao último dia computado neste relatório, São Paulo responde por 24,81% dos registros, seguido do Rio de Janeiro que apresenta 13,09%, Ceará 6,79%, Pernambuco 6,08% e Pará 4,94%. Esses estados, portanto, concentram 55,71% dos casos no Brasil;
• O índice de letalidade do vírus mantém uma tendência de queda, com último valor calculado em 3,1;
• O índice de isolamento social no Brasil apresentou uma média de 37,15% na última semana;
• Com relação à distribuição por municípios, dos 5.570 municípios brasileiros, há registro de contaminação em 5.570 (100%) e de óbitos em 4.296 (77,12%). Destes, 685 municípios, que corresponde a 12,30% dos municípios brasileiros, apresentam mais de 1.000 casos;
• Até o momento té o momento 3.296.7023.296.702 pessoas estão recuperadas da infecção causada pelo pessoas estão recuperadas da infecção causada pelo COVID-19,representando aproximadamente 79,95% do total de pessoas infectadas;
• É esperado aumento do número de pessoas recuperadas que poderá atingir cerca de 3.892.039 nos nos próximos cinco dias;
• Com 95% de confiança, comprova–se pequena redução da previsão do número de casos confirmados no Brasil em relação ao previsto no dia 29/08;
• As políticas de afastamento social, higienização sistemática das mãos e uso de máscaras, adotadas pelo Ministério da Saúde, têm se mostrado eficaz.

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