24º Relatório Covid-19.

O Grupo Brasil Verde em parceria com o Grupo de Pesquisa em Áreas Protegidas (GAP) e o Laboratório de Biologia da Conservação do IFSUDESTEMG – Campus Barbacena , divulga o vigésimo quarto  relatório sobre o comportamento do SARS-CoV-2 no Brasil e no Mundo.

São destaques do relatório que utiliza dados até o dia 26 de Setembro de 2020 :

  • Até a finalização deste relatório, existiam 33.047.042 casos confirmados, o que corresponde a cerca de 2,5% da população mundial. Registrou-se 998.285 mortes, o que representa cerca de 0,013% da população mundial;
  • Até a finalização deste relatório registrou-se 24.403.069 pessoas curadas, o que representa cerca de 0,31% da população mundial;
  • 60 países possuem mais de 50.000 casos confirmados e o total de casos confirmados neles respondem por 95,4% dos casos; EUA, Brasil, índia, Rússia, Peru, África do Sul, México, Espanha, Argentina, chile, Irã, França, Reino Unido, Bangladesh, Arábia Saudita, Paquistão, Turquia, Itália, Iraque, Alemanha, Filipinas, Indonésia, Ucrânia, Canadá, Israel, Qatar, Bolívia, Equador, Colômbia, Cazaquistão, República Dominicana, Romênia, panamá e Egito possuem mais 100.000 casos e registram juntos 29.930.585 casos confirmados concentrando 90,7% de todos os registros;
  • Com relação aos óbitos, 52 países registram mais de 1.000 casos e respondem juntos por 96,6% dos registros;
  • O continente Norte Americano responde por 24,07% dos casos, enquanto a Europa 11,6% dos registros de casos confirmados. Chama atenção o baixo percentual de casos no continente africano, 4,21% dos registros mundiais mas o continente Asiático lidera com 33,4%.
  • O Hemisfério Norte concentra 74.8 % dos casos confirmados;
  • No momento de finalização desse relatório o Brasil registrava 4.717.991 casos, o que representa cerca de 2,24% da população brasileira, com média de 27.107 novos casos registrados por dia na última semana;
  • Todos os estados apresentam casos confirmados, São Paulo responde por 20,58% dos registros, seguido da Bahia com 6,47%, Minas Gerais com 6,07%, Rio de Janeiro com 5,50%, Ceará com 5,06% e Pará com 4,81% dos registros. Juntos, portanto, concentram aproximadamente 48,49% dos casos no Brasil;
  • A região Sudeste concentra 34,88% dos casos no Brasil, seguida pelo Nordeste com 27,67% dos registros;
  • No momento de finalização desse relatório o Brasil registrava 141.406 óbitos que representa 0,07% da população brasileira, com média de 696 óbitos por dia na última semana;
  • Em relação ao último dia computado neste relatório, São Paulo responde por 24,79% dos registros, seguido do Rio de Janeiro que apresenta 12,90%, Ceará 6,30%, Pernambuco 5,77% e Minas Gerais 5,08%. Esses estados, portanto, concentram 54,84% dos casos no Brasil;
  • O índice de letalidade do vírus mantém uma tendência de queda, com último valor calculado em 3,0;
  • O índice de isolamento social no Brasil apresentou uma média de 36,6% na última semana;
  • Com relação à distribuição por municípios, dos 5.570 municípios brasileiros, há registro de contaminação em 5.570 (100%) e de óbitos em 4.528 (81,29%). Destes, 767 municípios, que corresponde a 13,77% dos municípios brasileiros, apresentam mais de 1.000 casos;
  • Até o momento Até o momento 4.050.8374.050.837 pessoas estão recuperadpessoas estão recuperadas da infas da infecção causada pelo COVIDecção causada pelo COVID–19, 19, representando aproximadamente representando aproximadamente 88,86%88,86% do total de pessoas infectadas;do total de pessoas infectadas;
  • É esperado aumento do número de pessoas recuperadas que poderá atingir cerca de É esperado aumento do número de pessoas recuperadas que poderá atingir cerca de 4.990.2314.990.231 nos nos próximos cinco dias;próximos cinco dias;
  • Com 95% de confiança, comprovaCom 95% de confiança, comprova–se se pequena rpequena redução da previsão do número de casos confirmados no edução da previsão do número de casos confirmados no Brasil em relação ao previsto no dia 19/09;Brasil em relação ao previsto no dia 19/09;
  • As políticas de afastamento social, higienização sistemática das mãos e uso de máscaras, adotadas pelo Ministério da Saúde, têm se mostrado eficaz.

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